21 maio 2005

1 Mês

Para comemorar 1 mês de vida deste blog, vou reeditar a trilogia das Rosas, e a Brisa!

Rosa I

Eram sete as que apanhei para ti,
Não tive coragem das te dar.
Sete todas diferentes, todas para ti,
Cinco acabaram por murchar,
Eram sete como os dias da semana.
Já só existem duas, ambas cor-de-rosa…
As outras eram, brancas, amarelas e encarnadas


Rosas II


Vias ao passar pelo quintal da vizinha…
Eram muitas, nenhuma sozinha…
O seu cheiro as tuas lembraram…
As sete que te apanhei já murcharam,
Eram sete como as cores do arco-íris,
Sete eram como os dias da semana,
Seriam VII em numeração romana,
Desapareceram como tudo o que é feliz.
Já me devia melhor conhecer,
Aquelas rosas não devia colher,
Nunca tas entreguei, nunca tive coragem…
Nunca devia tê-las trazido nesta viagem…


Rosas III


Eram sete, sete que apanhei para ti,
Que apanhei a pensar em ti.
Eram sete, como as maravilhas do mundo,
Todas viçosas e cheirosas lá no fundo.
Eram sete, como as cores do arco-íris,
Que queriam observar a cor do mar da tua íris.
Eram sete como os dias da semana,
E também sete como os pecados mortais…
As sete que acabaram por murchar…
Agora não colho mais rosas,
Agora planto roseiras, em numero de três,
Pois essa é a conta que Deus fez…


Brisa

Uma brisa verde alface,
Verde cor da esperança,
Passa sem me tocar na face…
Passa com a cor do sol nos seus cabelos,
Passa com a cor do mar no seu olhar,
Passa com a cor das rosas nos seus lábios,
Passa num verde alface… sem me amar…

2 comentários:

  1. PARABÉNS!!
    Espero que este blog tenha muitos anos, e que continues a escrever coisas bonitas...
    Beijos :)

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