03 maio 2005

O melhor de sempre...

Naqueles dias eu era alguém,
Ainda bem que não te conhecia,
De veras como tu não há ninguém,
Ineficazmente eu me torcia,
Até que me vejo como alguém.

Tão verdade dantes como agora...

I live to see you in the next day,
Then I won’t know what to say.

02 maio 2005

Uma imagem

Uma imagem percorre-me a mente, descrevo-a. Uma imagem triste. O desespero na sua cara, um grito que não se ouve, as lágrimas a percorre-lhe a face… Uma imagem que me veio a cabeça, só a imagem, sem som… só a tristeza. Depois disso voltei a ver o mundo. Um mundo que agora estava diferente…

01 maio 2005

O Xadrez dos Sentidos e das Sensações

Conheço o jogo, mas recuso-me a usar as regras!
Perco, uma e outra vez… mas não uso as regras!
Perco de maneira estúpida… mas não posso usar as regras!
Quero quebrar as regras… mas acabo por perder contra as regras!

Pelo dia de Hoje

Hoje já vim para Torres Novas. Fui a casa da minha avó e lá apanhei um ramo de rosas para ti! Tentei apanhar uma rosa de cada tipo, espero que gostes… espero ter coragem para o te dar…

Rescaldo do concerto!

Hoje não dormi nada! A noite de ontem foi excelente!!! Eles cantaram Circo de Feras, Negras como a Noite, Fim de Semana… o publico vibrou, saltou foi lindo!!! Foram cerca de 2 horas de espectáculo… Vou agora na quarta-feira, a Chamusca, ver o próximo conserto deles!

Escrito no Sabado

Estou num parque em Aveiro. A pensar na vida, a escrever. A minha mana está ao meu lado com a amiga, a falar mal de uma rapariga, não conheço essa rapariga, mas parece ser má pessoa… Tenho de ter mais calma, tenho de começar a controlar e parar de pensar (e escrever) disparates. Hoje a noite vou ver os Xutos, eles são os maiores! Será que eles vão cantar “Circo de feras”, a minha música favorita? Mas se eles cantam “Pequenina” ou “Negras como a noite” eu vou ficar… bom não sei como vou ficar, mas certamente vai-me trazer recordações dela … Aquele doce poema de olhos claros e cabelos de ouro, pequeno Anjo de calma alma iluminada.

Tentei escrever uma cantiga de amigo

Pinheiro que vez lá longe,
Não faças silêncio de monge!
Responde: Onde esta meu amigo?

Alta arvore que ficas no parque,
Que cesse ao meu coração este ataque!
Responde: Onde esta meu amigo?

Não faças silêncio de monge!
Tu que sabes o que me atinge!
Responde: Onde esta meu amigo?

Que cesse ao meu coração este ataque!
Não faças nada que me marque!
Responde: Onde esta meu amigo?